maio 8, 2008

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Banheiro de deficiente

maio 7, 2008

até pouco tempo atrás, nunca tinha atentado para o fato de que, apesar de não ser exclusivo, o ideal seria que não usássemos o banheiro adaptado.

Pretendo ser bem sincero aqui e por isso confesso: até pouco tempo atrás, nunca tinha atentado para o fato de que, apesar de não ser exclusivo, o ideal seria que não usássemos o banheiro adaptado.

moça na porta do banheiro adaptado, se perguntando se entra ou não

Perguntam os mais impacientes: “Ah! Mas qual o problema? A pessoa deve entrar na fila como qualquer outra. Eu espero, ela também pode esperar”, (eu pensava assim, ok?). Pois é, porém, se pararmos pra analisar a situação, a pessoa com deficiência não tem alternativa, a não ser usar o banheiro preferencial. Se outra cabine vagar, ela não pode usá-la, percebe? Sendo assim, se ela entrar na fila, ela espera mais do que você. É uma simples questão de matemática.

“Poxa! Mas os banheiros adaptados são tão melhores! Eles são enormes, espaçosos. Pra que tudo isso?” Pois é, eu também me fazia essas perguntas. Mas pense bem, você já tentou entrar num ambiente apertado e pequeno com uma cadeira de rodas? Dependendo da largura da porta, a cadeira nem passa. Quando passa, em muitos casos não consegue manobrar. Ou então, consegue manobrar, mas não tem espaço para passar da cadeira para o vaso sanitário. Já pensou em tudo isso? Pois é. Eu nunca tinha pensado. Aliás, eu adorava usar o banheiro mais largo, vejam vocês!

É por essas e outras, que atualmente, eu prefiro esperar e deixar o banheiro adaptado vago. Mesmo que a quilômetros de distância eu não veja uma pessoa com deficiência, não vou usar. Vai que ela aparece do nada, super apertada e me vê saindo com a maior cara lavada da cabine? Micão!

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O Banheiro

maio 7, 2008

Sempre que o assunto - acessibilidade-, é colocado em pauta, muitas pessoas já falam ou pensam nos limites do deficiente f�sico.

Sim, as lixeiras foram trocadas! Vocês podem até achar que este seja um detalhe bobo, mas não é! Ficamos sempre muito felizes em ver as mudanças e as respostas positivas que vão ocorrendo pelos lugares que passamos e avaliamos.

Houve reclamação a um tempo atrás sobre a acessibilidade do restaurante Outback. Falaram do banheiro adaptado que, por algum descuido, possuía lixeiras daquelas em que é preciso pisar no pedal para abrí-las (só para lembrar: isso não funciona para quem não consegue mexer os pés). Nesse final de semana  foram ao local e, quando chegaram ao banheiro, deparam, com novas latas de lixo! Funcionalidade ótima e nada de tampas e pedais chatos para conseguir abrir.

Parabenizamos o Outback pela iniciativa da mudança, que melhorou ainda mais a acessibilidade do lugar. Que este caso sirva como exemplo para outros estabelecimentos e para todos nós, mostrando que uma pequena ação pode ser o passo inicial para trazer as mudanças que tanto desejamos!

Acessibilidade das ruas

maio 7, 2008

Mil assentos

Parte do projeto idealizado pela arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992), as calçadas em frente ao Sesc Pompéia, na rua Clélia (zona oeste de SP), foram destruídas –sem o conhecimento prévio da entidade– por funcionários da prefeitura.

Os paralelepípedos antigos foram arrancados para dar lugar às lajotas cinza e vermelhas intertravadas que fazem parte do calçamento padronizado pela prefeitura e já implantado em várias ruas da cidade.

Os blocos de ardósia cinza que atravessam o Sesc de ponta a ponta foram serrados na divisa com a calçada. No lugar, os responsáveis pela obra espalharam, na noite de anteontem, uma mistura de concreto com pedregulhos, o que acabou atrapalhando a passagem de pedestres e cadeirantes.

A direção do Sesc reclamou. “A gente amanheceu com a calçada quebrada”, disse o diretor regional em exercício do Sesc, Luiz Galina. Segundo ele, foi preciso ser feito às pressas um piso provisório para que seus cerca de 5.000 freqüentadores pudessem entrar no prédio.

Agora, a prefeitura, que quebrou os cerca de 70 metros de calçada e, decidiu refazer todo o trabalho –vai manter os paralelepípedos.

O assistente técnico de obras da prefeitura Ângelo Mellio disse que a determinação de reconstruir a calçada na mesma concepção do projeto original é do secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo.

Mellio, porém, diz que serão feitas adaptações no calçamento, para melhorar a acessibilidade. “Trocamos o piso de prédios tombados na avenida Paulista. O objetivo principal [da padronização das calçadas] é garantir a acessibilidade.”

O Sesc Pompéia, porém, diz que o terreno já era inclinado e que uma trilha de ardósia assegurava a acessibilidade dos cadeirantes -não havia, segundo a entidade, necessidade de mudar nada na calçada.

Mellio reconheceu que pode ter havido uma falha pelo fato de o Sesc não ter sido avisado da obra. “O usual é avisar o proprietário da calçada de que ela será reformada.”

Ele também admitiu que foi um “equívoco” da prefeitura ter feito a obra no período de festas, época em que o Sesc Pompéia fica ainda mais cheio.

Segundo o assistente técnico, não é possível estimar quanto a prefeitura irá gastar com a reforma da calçada. Ele diz apenas que “não haverá muita diferença de custo”.

A reforma do restante das calçadas da região continua inalterada –e deverá estar concluída em 30 dias.

O arquiteto Marcelo Carvalho Ferraz, que participou do projeto inicial da calçada, considera que Lina Bo Bardi conseguiu “realçar a arquitetura do Sesc Pompéia”. Ele acha louvável a iniciativa da prefeitura de padronizar os calçamentos, mas considera que essa calçada deveria ser mantida, principalmente por fazer parte da arquitetura do prédio.

Mais informações acesse: www.acessibilidadeurbana.wordpress.com

Banheiro de restaurante

maio 7, 2008

Garantir  acessibilidade é um aspecto de essencial qualidade de vida de todos os cidadãos. O atual quadro comunitário da “União Europeia”

Ao lado dos pratos há gel bactericida. Muito prático principalmente para quem usa cadeira de rodas manual e acaba sujando as mãos nas ruas imundas. Mais adiante estão os balcões de comida, e se por um lado algumas partes são muito altas, por outro sempre há um funcionário do restaurante por perto e disposto a ajudar. Os pés das mesas atrapalham um pouco alguns modelos de cadeira, mas dá para dar um jeitinho. A altura delas é bastante adequada.

Gel bactericida

No fundo do restaurante ficam os banheiros. Do lado de fora estão as pias, vazadas embaixo e com boa altura. O único porém são as cubas que ficam em cima da bancada e são muito altas para quem é cadeirante.

Logo ao lado das pias é que fica a maior das surpresas: um banheiro adaptado! A porta é larga, ele é espaçoso e as barras de apoio, embora um pouco altas, estão lá. Ponto para o Zabor!

banheiro adaptado e pia vazada, mas com cuba alta

Em resumo, o restaurante é bem acessível para quem usa cadeira de rodas. Claro que há um ponto ou outro a ser melhorado, como os que já citamos nos parágrafos anteriores. O balcão de pagamento, por exemplo, seria mais um deles, pois é muito alto e acaba expondo o cadeirante na hora de digitar a senha de um cartão. Mas levando em conta as outras características do lugar como o espaço amplo e a presença de um banheiro adaptado, classificamos o local como de bom acesso!

Restaurante Zabor
Rua Evaristo da Veiga, 65 – Centro – RJ

SEJA BEM VINDO!

maio 7, 2008

SEJA BEM VINDO AO NOSSO BLOG, AQUI VOCÊ VAI ENCONTRAR NOTICIAS DO MUNDO DA ACESSIBILIDADE, DEFICIENTES FÍSICOS E MUITO MAIS.

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Hello world!

abril 27, 2008

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